Quando fêz seu nono aborto
Sentiu um leve desconforto
Como não devia ser
Por não ter o que temer
Pois depois da primeira vez
Ela já virou "freguês"
E agora quando lhe perguntam
O que sente, já desconversa
Dizendo que nunca mais...
Nem que seja ...
Capa da Veja...
Procurou a MADA
Mas não era o que imaginava
Tirou férias em Paranaguá
Não achou quem tanto amava
Mas depois que o Sol se poem
Ela já não mais pressupõe
E quando alguém a convida
Pra jantar ou só uma bebida
Ela diz que nunca mais...
Nem que seja...
O Homem-Cerveja...
Seu quarto tem duas janelas
Mas o sol não abre tramelas
Seus vizinhos só falam mal dela
E pra cada ela acende uma vela
Mas depois que passa das três
Ela não se importa com leis
E mesmo que alguém a interrogue
Ela estando ainda bem grogue
Ela diz que nunca mais...
Nem que seja...
O Homem-Cereja...
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