terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

SVOBODA

De minha alma ecoam vozes há muito silenciadas… 
Dos oprimidos & dos renegados… 
De civilizaçoes inteiras já extintas… 
De soldados mortos nos mais improváveis campos de batalha… 
De cavaleiros que se lançaram em loucas cruzadas idealistas… 
De guerreiros suicidas em desvantagem numérica e bélica…
Tudo em nome da liberdade, 
Este ideal tao caro ao homem, 
Cujo fantasma vagueia de geraçao em geraçao, 
Inflamando coraçoes & mentes…
No duelo de crenças e de ideais… 
Nas cançoes de amor e de ódio… 
No confronto, 
Sempre presente na natureza humana, 
Como se fosse sua maldiçao… 
Como se a paz só fosse alcançada com o derramamento do sangue alheio… 
"Quantos mais ainda terao de morrer até que se perceba que já se matou gente demais?"
Se fosse possível arrancar, 
E se livrar para sempre, 
De todo o medo e de toda a ansiedade que habitam o coraçao do homem,
Como este se sentiria?… 
Ä isto sim poderíamos chamar de LIBERDADE… 
O resto…o resto é ilusao!

Nenhum comentário:

Postar um comentário